28 de fevereiro de 2019

[Estadão] PF prende funcionários dos Correios por suspeita de roubo de encomendas internacionais

Por Francisco Pontilho

Trago boas noticias

Uma operação cumpriu três mandados de prisão temporária e quatro de busca e apreensão nas cidades de Curitiba e Pinhais.

Foto: Polícia Federal

Polícia Federal no Paraná cumpriu, na manhã desta quinta-feira, 28, três mandados de prisão temporária e quatro de busca e apreensão contra empregados e funcionários terceirizados dos Correios, nas cidades de Curitiba e Pinhais, na região metropolitana da capital.

De acordo com a PF, todos os suspeitos trabalhavam no setor de triagem de objetos internacionais e foram presos dentro do Centro de Encomendas Internacionais dos Correios em Curitiba, durante o expediente de trabalho.

A PF também apontou que a “investigação demonstrou que no desempenho da atividade dentro da unidade dos correios, eles agiam de forma dissimulada e promoviam a ruptura de certas encomendas internacionais e se apropriavam de seus conteúdos”. Um desses itens eram drogas sintéticas que foram ilegalmente enviadas para o Brasil.

Os suspeitos serão indiciados pelos crimes de associação criminosa e peculato, cujas penas podem chegar até 12 anos de prisão.

COM A PALAVRA, CORREIOS

“Sobre a operação deflagrada hoje (28) pela Polícia Federal no Centro de Encomendas Internacionais, em Pinhais (PR), os Correios informam:

A empresa detectou a atividade suspeita de alguns empregados e imediatamente acionou a Polícia Federal, que iniciou as investigações e realizou as prisões. Há muitos anos os Correios já vêm trabalhando em parceria com as forças policiais para coibir crimes por meio do fluxo postal. A empresa desenvolve políticas rígidas de segurança, além de realizar operações diárias de fiscalização. Quando alguma irregularidade é identificada, as autoridades competentes são acionadas. Os Correios também investem constantemente na melhoria de seus equipamentos e sistemas de segurança postal.

No caso em questão, os empregados terceirizados serão desligados e quanto aos concursados, o assunto será submetido à Corregedoria da empresa para as providências cabíveis. A empresa destaca que a conduta dos detidos não condiz com as normas da instituição e não reflete o comportamento do seu quadro de pessoal”.

Matéria publicada no site do Estadão por:
Marina Dayrell
28 de fevereiro de 2019 | 09h31
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